O BRASIL ESTÁ FARTO

Rapphael Curvo

Raphael-Curvo

Rapphael Curvo


O show dos horrores continua. Os mais conscientes desta Nação e que tenham a decência como princípio de vida, continuam perplexos diante de todos os acontecimentos que se processam todos os dias na vida brasileira. É preciso derrubar a lona desse circo o mais rápido possível. O mal que isso está praticando na formação dessas últimas gerações é incomensurável. O germe da corrupção, das falcatruas, das mentiras deslavadamente utilizadas, como as do interrogatório do escroque Lulla, é de um dano gigantesco aos brasileiros que já estão perdendo o valor de justiça. As novas gerações se deslocam dos reais problemas que vivemos e o cenário de terra de ninguém começa a ser consolidado com mobilizações espetaculosas como as acontecidas em Curitiba, onde além das foices, facões e outros apetrechos, enorme contingente dos meliantes não falavam o português, tudo montado pelo “nine”.

A luta do Brasil hoje é reestabelecer a credibilidade política, ou seja, o brasileiro na busca do próprio País, do seu solo pátrio que foi desfigurado por esses delinquentes bolivarianos na megalomania de se fazer a “Grande Pátria”. Aos poucos eles foram minando o amor do brasileiro pela sua terra, pelos seus costumes, pela sua história. Buscavam escrever, melhor, reescrever uma nova história como se a pátria brasileira estivesse recebendo um novo descobridor. Sentiram-se os donos do País e de todas suas riquezas para serem utilizadas nas mazelas internas e externas, como perdão de dívidas de muitos países, entrega de plantas da Petrobras, graciosamente, aos amigos governantes bolivarianos, entre tantos outros favores. Descobriram a facilidade que o dinheiro oferece quando disponível e não se furtaram, meteram a mão com gosto e chafurdaram nos cofres da Nação.

É condição fundamental para o retorno do Brasil aos brasileiros, que aconteça uma renovação no seu quadro de dirigentes partidários e de políticos. Com os atuais, raras exceções, na composição do Congresso Nacional, não vamos a lugar nenhum. Não é uma renovação apenas de pessoas, mas de conceitos e visão de se fazer política, de entrega a uma causa nacional. É realizar a política no sentido coletivo que tem como base e princípio para o desenvolvimento, a política de gestão para o benefício público. Esta postura, entretanto, é contrária às velhas raposas adeptas da politicagem, das negociatas que não são compostas apenas por obras, propinas, benesses e outras ramificações locupletadoras, mas também de conchavos de manutenção de Poder, de loteamento de cargos, benefícios de emendas, orçamentários e por aí vai. A resistência é grande por parte dos lobos, chefes das matilhas.

Um exemplo clássico disso e que há décadas acontece, foi visto no programa político do PSDB nesta semana. Sob a argumentação de que é preciso “reconstruir a política” via o valor da “prática política” para a democracia, excluíram novas lideranças do partido, como João Dória Jr., sob a alegação de que a sua ação como prefeito de uma das maiores cidades do mundo, é uma prática “não política”, ou seja, um “antidemocrático”. Dória foi eleito no primeiro turno com o discurso e proposta que cumpre rigorosamente porque esse foi o compromisso que levou milhões de eleitores a elegê-lo em uma das mais inéditas e surpreendente eleições. O povo elegeu e quer esse político gestor e os índices de sua popularidade comprovam isso, incluso a surpresa de milhares que não votaram nele e que hoje se sentem felizes. É visível que a mentoria desse programa do PSDB teve em FHC seu pilar e com aprovação dos entrincheirados pela Lava Jato. Não lhe deram espaços porque o seu vertiginoso crescimento junto à população já extrapola as fronteiras paulistana e paulista e isso incomoda e coloca sob ameaça o comando dos caciques.

Os tempos mudaram senhores caciques partidários. As máquinas de “datilografar elétricas” deram lugar ao mundo digital, se atentem para isso, ainda há tempo. O surgimento e crescimento de novos líderes como João Dória Jr. e Nelson Marchezan Jr., entre outros, é uma realidade impossível de ser contestada. São pessoas de personalidade e de princípios, com inteligência, sabedoria, capacidade e competência, atualizadas com o mundo e enorme visão de Estado. Eles serão capazes de nos tirar desta politicagem de quintal que hoje vivemos. Renegá-los é estupidez, insensatez e negação ao desejo popular de novas lideranças como a demonstrada pela cidade símbolo do Brasil no cenário empresarial e econômico do mundo. De iguais aos senhores, o Brasil está farto.

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