EDUCAÇÃO DE ESQUERDA – UM FRACASSO

G. Mendoza


Vejam, do Mídia Sem Máscara

19 de maio de 2017 – 21:09:21

Educação brasileira e seu fracasso total: criado o Bacharelado em “Estudos de Gênero e Diversidade”

Brasil: não basta figurar nos piores rankings educacionais do mundo, tem de criar “Bacharelado em Estudos de Gênero e Diversidade” para promover o lixo e criar meninos de recados de ONGs globalistas.

Quando você acha que o país já chegou no fundo do poço, a esquerda vem e mostra que o abismo é infinito.

E aí, quem vai querer? “Porém não há um mercado claramente definido, podendo o profissional estar ligado a ONG’s, a órgãos governamentais, partidos políticos, escolas; isso inviabiliza o apontamento de expectativas de remuneração.”

Só para lembrar: é o seu dinheiro que financia a brincadeira: http://www. generoediversidade.ufba.br/? page_id=126

Segue a matéria do Guia do Estudante, da editora Abril, que mais uma vez deixa evidente sua alienada e desavergonhada subserviência às narrativas do movimento gay, da elite política brasileira e da esquerda globalista anticristã.

Como é a carreira de Estudo de Gênero e Diversidade?
Orientador profissional esclarece:

“Desde o processo de abertura política pós ditadura militar no Brasil no início da década de 80 do século passado, temas relacionados a direitos humanos ganharam vulto, como respeito à diversidade em todos os sentidos (de crença ou religião, orientação sexual, etnia, orientação política, etc), combate à violência doméstica, à violência contra a mulher, atenção ao idoso e à infância e juventude, entre outros.

Tais discussões geraram inúmeras ações que vão desde o debate de políticas públicas pela população em geral, criação de leis regulatórias e de caráter protetivo a grupos em situação de vulnerabilidade e criação de ONG’s dirigidas a ações efetivas no ramo de sua atuação.

O bacharelado em Estudos de Gênero e Diversidade insere-se nesse contexto. Apenas a Universidade Federal da Bahia (UFBA) oferece este curso. Dirige-se para a compreensão dos fenômenos políticos e sociais pertinentes à relação de gênero e questões ligadas ao respeito à diversidade. O campo de trabalho nesta área é amplo, indo desde a interface com questões jurídicas, passando pela implementação de conteúdo curricular nas escolas e pesquisas das raízes históricas de preconceitos e discriminações. Porém não há um mercado claramente definido, podendo o profissional estar ligado a ONG’s, a órgãos governamentais, partidos políticos, escolas; isso inviabiliza o apontamento de expectativas de remuneração. Considere, no entanto, que a remuneração de profissionais envolvidos com questões que combatem discriminações geradas inclusive por questões econômicas mais amplas ainda deixa muito a desejar em nosso país. A excelência da formação e o envolvimento com a pesquisa costumam aumentar os patamares de remuneração e oportunidades de trabalho em entidades de maior porte, como UNESCO e UNICEF, por exemplo.

Uma alternativa é a formação e em área correlata, como Ciências Sociais, Direito, Serviço Social, Pedagogia, Psicologia e possivelmente outros e o direcionamento para o tema de interesses por meio de cursos de extensão e pós-graduação.”

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