HORA DE POESIA

Gil (extraiu dos comentários do Jornal da Besta Fubana)

Gil

Gil


Voto na Besta Fubana
Em Lampião ou Corisco
Troco meu voto num risco
Numa garrafa de cana
Numa casca de banana
Numa lata de Nestlé
Num livro que não se lê
Numa sopa de concreto
Chova canivete aberto
Que eu não voto no PT.

 

Voto em governo golpista

No raio da silibrina
Em quem recebeu propina
Em candidato fascista
No derradeiro da lista
De militar a Civil
No político mais vil
Voto até num saruê
Só não voto no PT
Que assaltou o Brasil.

***

000 Roque fora cambada de ladrões

Quero ser um caboré
Um criador de intriga
Capacho de rapariga
Porteiro de cabaré
Um sapato com chulé
Ser frio ser calculista
Puxa-saco de cambista
Posso morrer mas não nego
Quero ser guia de cego
Mas não quero ser petista.

O diabo me carregue
No dia da eleição
Não tendo outra opção
Se eu não votar num jegue
Quero morrer num albergue
Deitado num banguê
Tapicuru me roer
Numa noite de inverno
Ir direto pro inferno
Se eu votar no PT.

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