OS PARTIDOS POLÍTICOS MORRERAM

Rodrigo Buenaventura de León


Estes dias de calmaria aparente, pelo menos em relação a cena e a sujeira política de Brasília e de todo o Brasil prenunciam uma grande borrasca.

Mas que foram alguns dias de paz para nossos cansados espíritos, isso sim foram.

O recesso de meio de ano do Congresso colocou em marcha lenta os acontecimentos políticos brasileiros. Aliado ao recesso do judiciário parece até que vivemos em outro país. Mas nesta semana tudo voltará ao normal.

Normalidade significa bagunça, caos, gritaria, mentiras, chororô e mais mentiras.

A oposição que é a ex-situação fará de tudo e mais um pouco para trancar o Congresso e implementar sua pauta de atraso. Gritará ‘Fora Temer’, enquanto seus próceres articulam o ‘Fica Temer’. Pois nada melhor para o PT que Temer no poder fazendo o jogo-sujo anti Lava-jato e ocupando todos os holofotes.

A Situação, que é a ex-situação somada a ex-oposição, seguirá fazendo aquilo que atual oposição fazia quando era situação, defenderá seus interesses (os deles mesmos) e dirá que está defendendo os nossos interesses.

Lula continuará mentindo e se fazendo de vítima. O PT continuará discursando como se fosse uma virgem vestal e não tivesse quebrado o Brasil em 13 anos de poder. Dilma continuará dizendo mer…bobagens.

Bolsonaro continuará radicalizando para alegria de uns e desespero de outros. Temer continuará negando e fingindo não ter nada a ver com isso. O PSDB continuará disputando o muro com a REDE enquanto o PSOL tentará derrubar o muro e o país.

Tudo como d’antes no quartel de Abrantes. Ocorre que o sistema partidário brasileiro faliu. Morreu!

Morreu de morte ‘matada’ e de morte ‘morrida’. E está putrefazendo-se em Brasília e empestando toda a Nação.

O PT, PC do B e os outros partidecos de esquerda estão mortos junto com a ideologia que abraçaram. Não a ideologia marxista que também já faleceu. Mas a ideologia cleptocrata sindical que fez a riqueza de seus líderes e quebrou o país.

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DÍVIDA LÍQUIDA – RECADO DO GENERAL

General Torres de Melo

General Torres de Melo


 

Vejam a desgraça e ainda brigam pelo PODER e O BRASIL QUE VÁ PARA O INFERNO.

Aumentar impostos é péssimo remédio. Cortar custo é a solução.

O que se vai arrecadar com aumento da gasolina é o que economizaria acabando a frota de automóveis. É preciso ter coragem

repassando

Ricardo Bergamini  – 26 de junho de 2017


<ricardobergamini@ricardobergamini.com.br>
Dívida da União Correta – 03
“Quem não usar os olhos para ver, terá que usá-los para chorar!” (Foerster).

 Prezados Senhores

 Hoje é dia da divulgação da dívida da União base maio de 2017 e, como sempre, a imprensa omite o estoque da dívida em poder do Banco Central no montante de R$ 1.598,1 bilhões (25,20% do PIB), sendo essa a parte mais importante da dívida, visto que nada mais é do que uma “pedalada oficial” (aumento disfarçado de base monetária, ou emissão de dinheiro falso) que não existiria se o Banco Central fosse independente. Vejam que essa orgia saiu de 17,86% do PIB em 2010 para 25,20% do PIB em maio de 2017. Crescimento real em relação ao PIB de 41,09%. Uma imoralidade sem precedentes.

 O estoque correto da dívida líquida da União (interna mais líquida externa) em maio de 2017 era de R$ 4.851,1 bilhões (76,50% do PIB). Aleluia, ultrapassamos a dívida líquida do ano de 2002. Avança Brasil (para o abismo!).

 Quem não usar os olhos para ver, terá que usá-los para chorar, quando em algum momento a estupidez coletiva que sempre comandou a economia brasileira criar um novo confisco contra os poupadores e investidores, que no Brasil sempre foram considerados criminosos, traidores e lesas – pátria. O governo de plantão brasileiro sempre esteve na defesa dos devedores, condição da qual sempre viveu o Brasil.

 

DÍVIDA LÍQUIDA

Total da União (Interna e Externa)

Fonte MF – Base R$ bilhões.

Itens 2002 % PIB 2010 % PIB Maio/17 % PIB
Dívida Interna Em Poder do Mercado 558,9 37,54 1.603,9 41,28 3.130,1 49,36
Dívida Interna Em Poder do Banco Central 282,1 18,95 694,0 17,86 1.598,1 25,20
Dívida Externa Líquida 262,9 17,66 90,1 2,32 122,9 1,94
Dívida Total Líquida 1.103,9 74,15 2.388,0 61,46 4.851,1 76,50

PIB 2002 – (R$ 1.488,8 bilhões); PIB 2010 – (R$ 3.885,8 bilhões);

Previsão PIB 2017 – (R$ 6.340,9 bilhões).

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

Ricardo Bergamini

(48) 99636-7322 (48) 99976-6974

ricardobergamini@ricardobergamini.com.br

www.ricardobergamini.com.br

PARA COMPLETAR A DESGRAÇA:

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ROQUE SPONHOLZ

apenado

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mercenários saqueadores

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EXPULSAMOS DEUS E NOS SURPREENDEMOS COM QUEM CHEGA…

Percival Puggina – 31.07.2017

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Percival Puggina


 “Nossa Constituição foi feita para um povo moral e religioso. Ela é totalmente inadequada para qualquer outro”. John Adam (2º presidente dos EUA).

 Sempre é bom lembrar que alguns anos antes dessa significativa afirmação, ao declarem a independência das colônias, os Founding Fathers, afirmaram sua crença em que os homens, “criados iguais”, foram “dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis” e explicitaram entre esses direitos “a vida, a liberdade e a busca da felicidade”. Afirmaram, também, a supremacia da sociedade sobre o Estado, “porque os governos são instituídos entre os homens”, derivando seus poderes “do consentimento dos governados”. Boa parte da solidez institucional dos Estados Unidos se deve a esses elevados consensos e perdurará enquanto eles resistirem ao severo ataque interno a que estão submetidos.

E nossa Constituição? Para que povo foi ela feita? Tão solenes princípios de nada nos acusam nestes turbulentos dias? Com eles, certamente, teríamos evitado a atual alienação da nação ao Estado e a dupla apropriação que nele ocorre – a apropriação desde o topo pelo patrimonialismo casado com a corrupção e a apropriação interna promovida pelos corporativismos. Na conjugação de ambas, a soberania popular se converte em servidão.

Alguém não sabia o que havia no fim dessa estrada? Pode o dependente químico queixar-se da droga ou denunciar o traficante com base no Código de Defesa do Consumidor? Pois é algo muito parecido o que está acontecendo com a sociedade brasileira em relação à sua representação política. Todos os pilantras, picaretas e negocistas que infestaram a política nacional de modo crescente ao longo dos últimos anos prosperaram na carreira criminosa tapados de votos populares. Fizeram suas mal havidas fortunas a olhos vistos. Muitos, aliás, chegaram em Brasília de ônibus, vindos dos grotões, pés encardidos, calçando sandálias. E foram protagonistas da mais vertiginosa ascensão social de que se tem notícia. Em cada uma de suas páginas, os jornais trazem exemplos dessa produtiva combinação de desmazelo social, irresponsabilidade cívica e enriquecimento criminoso.

De tanto brincarmos com tudo que é sério, o Brasil virou uma grande zorra. Fazemos piada de Lula. E o elegemos. Fazemos piada de Dilma. E a elegemos. Assistimos as tropelias do MST e tratamos com deferência seus protetores nos poderes do Estado. Consideramos charmosamente moderna a fabricação de conflitos étnicos, de sexo, de classe, de cor da pele, de gerações. Acreditamos quando alguns vigaristas intelectuais nos dizem que é feio ser liberal ou conservador. Silenciamos, constrangidos, quando políticos e comunicadores são benevolentes com a criminalidade e severos com a polícia. Delegamos a educação de nossas crianças às escolas e aceitamos que estas sejam entregues a militantes políticos. Assinamos, assistimos e prestigiamos veículos de comunicação que influenciam negativamente a sociedade. Estamos vendo o PT apoiar ditaduras de esquerda em Cuba e Venezuela e permanecemos passivos quando nos lecionam sobre golpismo, Estado de Direito e democracia… Somos tolerantes com as imposições e os achaques de minorias locais organizadas. Achamos decente endividar-se o país e indecente o pagamento dessa dívida. Afastamos Deus de tudo que seja público e nos espantamos com quem chega, operoso, para ocupar o espaço. Dá ou não vontade de dizer bem feito?

Magu disse, em tempo: Founding Fathers – Pais fundadores


* Percival Puggina (72), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.

DEMÊNCIA OU CANALHICE

Rodrigo Constantino

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Rodrigo Constantino

“Os marxistas inteligentes são patifes; os marxistas honestos são burros; e os inteligentes e honestos nunca são marxistas.” (J.O. Meira Penna)

O mundo acompanhou em choque as lamentáveis cenas da “eleição” na Venezuela este fim de semana, com extrema violência do regime ditatorial de Maduro para levar no grito. Mais gente inocente morreu, como vem acontecendo há meses desde que o socialista intensificou a opressão para se manter no poder. A Venezuela já é uma ditadura socialista, e até mesmo jornais moderados ou com viés de esquerda já reconhecem o fato inegável.

Mas se a realidade é evidente para quase todos, ainda há aqueles que precisam insistir na mentira, na deturpação, na narrativa de “combate ao imperialismo” para sustentar sua ideologia nefasta. Fossem os socialistas preocupados com os fatos e já teriam abandonado o socialismo faz tempo: há um século que essa utopia terrível vem espalhando apenas miséria e terror no mundo. Mas o “socialismo do século XXI” seria diferente. Não foi. Talvez na próxima tentativa…

E, enquanto o mundo acorda para mais esse retumbante fracasso dos métodos socialistas, os devotos da seita ou os oportunistas fazem de tudo para justificar o injustificável e salvar o bebê de Rosemary. Os “isentões”, como os tais jornais “moderados”, atacam o regime de Maduro, mas fazem de tudo para poupar o socialismo. É mais raro encontrar a palavra “socialista” nas reportagens sobre o caos venezuelano do que petista honesto. É como se não houvesse causa e efeito entre as medidas socialistas e os resultados desastrosos.

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