A PORNOCHANCHADA DO PSOL

Marcelo Aiquel – no Blog do Políbio Braga

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Marcelo Aiquel

        Ontem à noite, quem estava assistindo televisão no horário nobre (quando muitas famílias ainda se reúnem para assistir novelas; noticiários; e jantar), foi surpreendido com a invasão na programação da televisão por um programa do PSOL, contendo cenas recheadas de mentiras grosseiras e que “entrou” nas casas destas famílias, sem pedir licença.

         Todos que não dispõe de um sistema de TV a cabo tiveram que “engolir” – por minutos – aquele show de mediocridade. Ou então, correram para desligar seus aparelhos, a fim de salvar as crianças de escutar o “velho mantra” daqueles políticos que são especialistas em destilar raiva e ódio (sempre com excesso de recalque) a cada aparição. 

         Além dos personagens conhecidos do PSOL que figuraram no filme, a película apelativa também fez uma claríssima apologia ao racismo, em evidente confronto de classes por meio de comentários jocosos comparando negros e brancos.

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CÃES E CACHORRADAS

Convenhamos: a aliança entre a esquerda delinquente e o populismo enganador promoveu, nos últimos tempos, a degenerescência e o abastardamento dos costumes que levaram as pessoas a abrir mão dos freios que limitam o comportamento. Por conta disso, tornaram-se corriqueiras a deselegância no trato e o despudor no gesto.

Enfatizando o que digo dou exemplos deploráveis que, no mínimo, denotam falta de sobriedade e de compostura de agentes públicos no exercício de seus ofícios.

Especificamente, quero me referir ao “affair” entre o Ministro Gilmar Mendes e o Juiz Marcelo Bretas, relativo ao “episódio prende e solta” de poderosos investigados (corruptores contumazes), na “Operação Lava Jato”.

Com muita tristeza e vergonha, ouvi o Ministro dizer que havia, por duas vezes, mandado soltar os referidos patifes também para colocar o magistrado que os prendeu no seu devido lugar, pois como um mero “rabo” que é não poderia ter ousado desafiar os ímpetos de um “cachorro grande” como ele a julgar pelo que disse em público. Isto mesmo, com ares e pose de um ridículo ditador do século passado vociferou que: “o rabo não abana o cachorro é o cachorro que abana o rabo”.

Surpreso e impactado com a cena, a primeira lembrança que me veio à mente foi a da imagem do Supremo Tribunal Federal de: Carlos Maximiliano, Nelson Hungria, Luiz Galloti, Aliomar Baleeiro, Bilac Pinto e de tantos outros. Jamais aqueles magistrados e juristas de nomeada se permitiriam descer a um nível tão desqualificado nem cobririam a Corte de vergonha, por conta de atitudes desabridas ou de deselegantes e chulas manifestações.

Percebam a gravidade. A soberba e a prepotência do Ministro – que em cadeia nacional se julga no direito de humilhar um colega magistrado de instância inferior – estão se firmando como características emblemáticas de muitos julgadores. Recentemente um velho advogado me advertiu: “você é que pensa que esses juízes são semideuses eles, por sua vez, têm certeza.”.

De minha parte, digo ao probo, corajoso e independente Juiz Marcelo Bretas que não se ofenda por ter sido comparado a uma parte de um cão qualquer, pior seria ser lembrado como um cachorro raivoso ou por alguma cachorrice ou tratantada.

Aliás, ao fiel e leal animal não podem ser comparado aos servidores, que, pelas mãos da classe política, infestam a máquina pública e que ali estão para atender os interesses dos padrinhos de suas indicações.

No que diz respeito àqueles, penso que se poderia versejar como o fez o poeta mineiro Belmiro Braga (1872 a 1937): “Pela estrada da vida, subi morros desci ladeiras e afinal te digo: se entre amigos encontrei cachorros, entre cachorros encontrei-te amigo……”. Essa gente não é amiga ou leal a quem quer que seja, são apenas comensais do erário.

Um dia, disse o grande romancista francês Victor Hugo: “O cão é a virtude que, não podendo fazer-se homem, se fez animal”. O reprovável procedimento do Ministro, neste episódio, não contempla as virtudes que em qualquer cãozinho se encontra.

Curioso, com exceção de um tímido desagravo promovido por uns poucos operadores do direito, não vi até aqui forte manifestação em favor do destemido juiz que prendeu Cabral, Ike Batista, o Almirante Othon e outros malfeitores da atualidade. Nenhum intelectual de esquerda, formador de opinião ou qualquer entidade civil tida como atuante disse coisa alguma. Não disse, mas o povão se pudesse ou se tivesse espaço bem que diria. Lamento lembrar, mas o homem comum não está nem aí para as explicações técnicas ornadas com um empolado “juridiquês” que justificam a agressão que o Juiz Bretas sofreu, incluindo quando se diz que os magistrados não têm que conferir importância à voz das ruas, ou seja, mais propriamente daqueles que pagam suas régias remunerações.

Com certeza que a sociedade acha mesmo tudo isso muito estranho, ou por de outra feita imoral, e também que não difere de algumas cachorrices que os agentes públicos praticam contra este povo sofrido quando, por exemplo: a) se liberta o bandido poderoso que roubou bilhões para viver em seus palácios enquanto são criminalmente processados, e mantêm encarcerado, por um furto famélico, um pobre apodrecendo nas cadeias com tuberculose e AIDS: b) se liberta um desgraçado estuprador de 39 mulheres, como o médico milionário Roger Abdelmassih, pela caneta de uma Desembargadora mulher e ante o injustificável silêncio das histéricas feministas que não foram para as portas do Tribunal gritar, “mexeu com uma, mexeu com todas”; c) se livra a criminosa chapa Dilma-Temer por excesso de provas de seus crimes contra o Brasil; d) o Conselho de Ética do Senado, desafiando os brios do povo, decide arquivar definitivamente o pedido de cassação do senador Aécio Neves, claramente fisgado na “Operação Lava Jato”; e) trama agora para se voltar a manter soltos os condenados em 2ª Instância, e quejandos.

Os três poderes da República e a maioria de suas instituições faliram completamente. Nossa gente consentiu que chegássemos a este ponto sem volta, e a meu sentir a maior parcela de culpa cabe efetivamente à elite mais esclarecida que, dentre muitas falhas, fez pouco caso do velho adágio atribuído (?) ao grande pensador e advogado romano Séneca: “Quem se deita com cães amanhece com pulgas”.


Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email: bppconsultores@uol.com.br.

PELAMOR DO BRASIL!

G. Mendoza


Gente! Uma pesquisa divulgada ontem indicou que Lula tem 31% da preferência do eleitorado e votos nulos e brancos tem 33% da possível vontade de dos eleitores! O que significa isso?

Significa que para cada grupo de 100 eleitores, cerca de 31 já estão decididos a votar no Lula! No Brasil a legislação eleitoral só considera votos válidos, ou seja ” não votar” ou ” votar em branco” ou ” votar nulo” é a mesma coisa, são manifestações de vontades, porém não valem nada!

Não existe esse negocio de “nova eleição com novos candidatos ” caso haja mais de 50% de votos nulos!

Nova eleição só existe se houver uma NULIDADE da eleição, o que está previsto na lei eleitoral e decorre de sentença judicial, na maioria das vezes acaba indo parar no TSE e quando é resolvida o prazo já acabou ou está acabando e vem uma eleição normal!

Então, é só fazer as contas e os petistas que são espertos e inteligentes já o fizeram, para concluir que: se num universo de 100 eleitores, onde o Lula tem 31 votos cativos, bastam 39 eleitores ” não votar ” ou “votar em branco ” ou ” votar nulo” que sobrarão 61 votos válidos, dos quais o Lula já tem 31! Ou seja ele vai ganhar!

Por isso está aumentando nas redes essas campanhas de “voto nulo”, eles são inteligentes e agem com inteligência, aproveitando-se da burrice e impulsividade da “direita*” brasileira!

As pessoas que têm a possibilidade de discutir, ler, estudar e enfim compreender essa questão, NÃO podem cair nesse engodo de “voto nulo” , “não votar ” ou ” votar em branco”! Mais do que nunca precisaremos votar em 2018!

Vote em quem você quiser, haverá dois turnos, vote no Bolsonaro, no Aécio, no Alkimin, no Serra, no Ciro, na Marina, no Pastor Everardo, no Eduardo Jorge, no capeta! Mas, se votar “nulo” ou “Branco” ou ” não comparecer”, TENHA CERTEZA : você estará colaborando para eleger Lula!

Aí não adianta chorar sobre o leite derramado, falar que o Brasil é uma bosta, que o povo é culpado! Nós, independente de opção política, mas que temos essa possibilidade de compreensão da gravidade da situação, devemos combater essa porraloquice deliberada e pensada da campanha de “voto nulo” explicando às pessoas e divulgando CONTRA essa armação que os petistas estão tramando!

Abraço! Viva o Brasil!’ 


  • Não acredito que exista “direita brasileira”. Existem duas quadrilhas de ladrões que disputam o poder e uma terceira que apoia quem ganhar e garante maioria ao vencedor. A ditadura atual é mais ditadura que a dos militares. (Gil)

ROQUE SPONHOLZ

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encontros fora da agenda

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réu solto por Gilmar Mendes é considerado foragido

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/juiz-marcelo-bretas-decreta-novamente-a-prisao-de-rogerio-onofre.ghtml

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Atualialização: Após ser considerado foragido, o ex-presidente do Detro Rogério Onofre se entregou ontem à PF. Sua defesa diz que ele estava em “local sabido’!  (Globo)

O PAÍS DO AGORA, VAI

Coluna Carlos Brickmann – 27/08/2017

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Carlos Brickman

Gente de sucesso, profissionais mundialmente reconhecidos, deve disputar as eleições de 2018. Um deles, duas vezes escolhido o Melhor do Mundo, é Ronaldinho Gaúcho, do Podemos (ex-PTN) em Brasília. Pode tentar o Senado, onde ficará ao lado de seu companheiro de partido, Romário; ou buscar a deputança. No Rio, o fantástico Bernardinho, craque do vôlei e vitorioso técnico da Seleção, tem tudo para disputar o Governo, talvez enfrentando Eduardo Paes, o prefeito das Olimpíadas. E há Tiririca – que talvez desista, por achar que o Congresso não é lá essas coisas.

As demais articulações são semi-secretas (os envolvidos desmentem, mas um deles vaza a notícia). Aécio e Tasso se unem para evitar que Alckmin chegue agora ao comando nacional do PSDB. Mas Tasso garante que Alckmin deve ser o próximo presidente do partido, no fim do ano. E diz que Aécio, presidente licenciado, não volta ao comando: ele, Tasso, o presidente interino, é, em suas palavras, “o único presidente do PSDB”. Dória diz que não é candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin diz que gostaria de ser candidato – o que não é novidade, porque já foi uma vez, perdeu, e hoje não trata de outro tema. Dória o apoia, mas corre o país em campanha. Fernando Henrique falou mal de Dória, mas se reuniram e tudo bem. Qual a verdade? No caso do PSDB, não creia em alianças. Mas acredite em notícia de briga de tucanos. Eles detestam uns aos outros.

Palpite distante

Falta mais de um ano para as eleições, e em política isso é muito tempo. Já é possível, porém, fazer uma primeira avaliação: Alckmin está na frente no PSDB. Deve apresentar-se como líder tranquilo, experiente, maduro, capaz de acalmar o país. Dória só sai se o eleitorado quiser alguém mais agressivo, capaz de enfrentar o embate com o Lulinha ex-paz e amor. Seu destino mais provável é o Governo do Estado. Deixar a Prefeitura no inicio do mandato? O vice é Bruno Covas, e isso ajuda: seu avô, também Covas, que foi prefeito e governador, deixou bom nome na política paulista.

Amizade é para sempre

O colunista Cláudio Humberto (www.diariodopoder.com.br) informa: nesta semana, ninguém achou em Brasília o senador Renan Calheiros. Renan foi a Alagoas para receber, na quarta-feira, os amigos da caravana de Lula, e depois ficou por lá. Aliás, a palavra “amigos” não é irônica: Renan apoiou Collor, Fernando Henrique, Lula e Dilma, e apoia Temer, embora às vezes dê uma falhada. É um dos políticos mais coerentes do país: o Governo pode mudar, mas Renan não muda. Está sempre com ele.

Muda sem mudança

A história de reformar a política sem definir qual a reforma que está sendo proposta não deu muito certo: o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia, diz que o sistema eleitoral e o financiamento de campanhas devem continuar como estão. “É provável que a Câmara aprove apenas o fim das coligações para eleição proporcional e a cláusula de barreira” (que reduz drasticamente o repasse de recursos a partidos que não obtenham certo número de votos). É difícil acreditar que Suas Excelências desistam do financiamento público, mas todos sabem que usar dinheiro do Tesouro em campanhas é muito impopular. Financiamento público, diz-se nas ruas, é pagar para escolher aqueles que vão querer beneficiar-se cada vez mais.

Notícia triste

Não pode passar batida a impressionante notícia de um aluno de 15 anos agredindo a socos a professora Márcia Friggi, 52 anos, deixando-a com o rosto inchado e coberto de sangue. Este colunista é do tempo em que o aluno reconhecia a autoridade do mestre. Minha mãe era professora primária, severa; deu aulas em lugares difíceis – num deles, descia do ônibus e atravessava uma trilha de seus 200 metros na mata fechada. Difícil era, mas não perigoso. Ninguém imaginava que no futuro poderia haver agressões assim. Pior foi a desculpa do rapaz: que perdeu a cabeça depois de ser insultado, insulto que ninguém na sala ouviu. Napoleão Bonaparte dizia que a educação de uma criança começa cem anos antes de seu nascimento. Aqui, pelo jeito, ainda nem começou.

Boa notícia

Ainda é pouca coisa, mas já configura uma tendência: de acordo com a Federação do Comércio, o número de empregos cresce há três meses no setor atacadista. Só neste? Não: o atacado compra dos produtores. Se contrata mais empregados é porque a produção aumentou; e vende ao varejo, que se compra mais é porque tem mais clientes. É a primeira vez desde 2013 que há mais admissões do que demissões no mês de junho. A alta é de 0,1%, levíssima, mas consistente, repetindo-se mês a mês. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, baseando-se em dados de outras fontes, afirma que o emprego e o produto interno bruto crescerão em 2018.

COMENTEcarlos@brickmann.com.br

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