OS “PARÇAS”

Rapphael Curvo

Raphael-Curvo
Rapphael Curvo

Os “parças” continuam soltando as quadrilhas, afinal é tempo de dançar nas festas juninas, e eles nem precisam ensaiar. Elas, as quadrilhas, contam com a enorme compreensão dos alegres e desprendidos parceiros de festas os quais não se fazem de rogados em realizar um festival de “abre selas”.

É na mão de um seleto grupo de “parças” togados, que está a “equilibrada” e “justa” “justiça” da maior Corte brasileira. Fazem uso da toga de forma célere e camarada, atropelando até mesmo a tramitação de processos. Um deles, de forma extraordinária, justificou que um condenado, sentenciado a mais de trinta anos, não poderia permanecer preso em razão da “plausibilidade” de um recurso interposto. Pergunto: como fica o Brasil nestes episódios dantescos do Supremo Tribunal Federal – STF? Que estímulo pode dar uma ação desta a população e aos olhos do resto do mundo? É lamentável. Mas o pior é o incompreensível e claro comprometimento de toda a sociedade e instituições representativas brasileiras que se mostram inertes e passivas neste mundo de patifarias que vem sendo imprimido a vida da Nação. Há um silêncio criminoso diante de tudo que está acontecendo, tanto de parte do povo como dos maiores dirigentes.

Aqui no Brasil até mesmo presidiário impedido, por lei, de ser candidato pelas muitas falcatruas cometidas, faz parte de pesquisas de opinião eleitoral. É uma aberração. Onde está o Tribunal Superior Eleitoral – TSE?

A estratégia do Partido dos Trabalhadores, o maior produtor de malfeitos e de malfeitores já vista na história deste País, é manter a candidatura do presidiário Lulla da Silva até o 20º dia anterior a data de votação na eleição de outubro. Com isso, mantém, aos incautos e inocentes úteis da população, a perspectiva de ganhos eleitorais nas eleições dos estados e para o Congresso Nacional. Sem o presidiário como candidato, as chances de razoáveis resultados serão nulas, mas não se lembram de que, em 2016, mesmo com ele leve, livre e solto e também aprontando malfeitos, a derrota do PT foi fragorosa e acachapante em todo território nacional, salvou-se apenas na capital do Acre, Rio Branco.

Caso a decisão do TSE negue o registro da candidatura do presidiário após o 20º dia anterior à data de votação – 17 de setembro, o PT não poderá indicar novo candidato e todos os votos recebidos não serão considerados. Esta é data limite para o presidiário permanecer na disputa.

Ocorre que os últimos acontecimentos apontam, de forma inequívoca, a estratégia de tentar, via os “parças” do STF, soltar o condenado e anular todo o processo de sua condenação. A meta é tornar o presidiário Lulla, candidato sem qualquer restrição legal. Escapando do presídio e sem restrição legal, pensa o PT em transforma-lo em um vencedor da justiça e com isso uma apoteótica volta as eleições. Daí a necessidade de ajuda dos colaboradores de plantão como os institutos de pesquisas IBOPE e Datafolha para manter o presidiário na frente das pesquisas de opinião, levando o povo a crer que é o candidato petista um injustiçado, perseguido pela justiça e pelas forças contrárias a ascensão dos pobres. O esquema conta também com a ajuda das urnas eletrônicas Smartmatic, de origem venezuelana, dos amigos do ditador Maduro. O detalhe escondido nessas pesquisas é que 60% não definiram voto e não tem feito questão disso.

É bem verdade que os “parças” estão “liberando geral”, de todos os partidos e implicados na Lava Jato, mas tudo isso é para justificar uma tentativa de soltura do presidiário petista. Isto quer dizer, também, que dificilmente os malfeitos do governo Alckmin irão produzir efeitos outros que não apenas os de perda da credibilidade junto ao eleitor. Mesmo assim, ele não abre mão de uma candidatura natimorta para efeito de vitória na corrida presidencialista. Está muito visível que a única e possível chance de sucesso do PSDB está na substituição do Alckmin pelo candidato ao governo paulista, João Dória Jr. De fortíssima presença e personalidade, suas possibilidades são imensas em qualquer cenário. No mais, temos que nos sujeitar, sem nos conformar e não esmorecer, na busca por uma atitude de mudança. O Brasil está com mau cheiro em todas as suas instituições, mas ainda há tempo de botar quente nessas festas das quadrilhas e frustrar as ações dos togados, os “parças”.

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SÓ PARA LEMBRAR

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Guilherme Fiuza

Quando em vez, é importante mostrar algo que foi publicado seis meses atrás, nesta Pindorama repleta de trampolinagens (referência à segunda turma), só para lembrar o distraído e ingênuo leitor. Não é bem nosso caso, que os DG’s (delinquentes geriátricos) do blog ainda tem memória razoável. Guilherme Fiuza, o ótimo e detestado (pelos petralhas) cronista que tem coluna na revista Época, se diverte com sua superior ironia (que diversão mais down), em artigo de dezembro de 2017, como verão adiante.

Para encerrar meu preâmbulo, lembro que o ex-advogado do PT, hoje ministro, considerado jurista(?), mandou a segurança jurídica do país para a PQP, ao justificar que concedia liberdade provisória para o meliante Zé, porque se discutia o aumento de pena. Ora, se o indigitado já estava condenado a 20 anos, e o TRF não só confirmou como aumentou para 30 anos, mantido após todos os recursos possíveis, não havia razão para soltá-lo. Mais uma jabuticaba tupiniquim. Este país, após ser pessimamente gerido pelos petralhas por 13 anos (número cabalístico), não tem mais possibilidades de ser consertado… Será um corpo paraplégico para sempre!


BRINCANDO DE APARTHEID
Sérgio Cabral chegou para depor ao juiz Marcelo Bretas com uma biografia de Nelson Mandela nas mãos. Estratégia corretíssima. Está mais que provado que o Brasil ama delinquente fantasiado de coitado. Mandela morreu durante o julgamento do mensalão. Antes mesmo de ser enterrado já tinha virado alter ego de mensaleiro preso. Se ele aguentou a cadeia, nós também aguentaremos – bradava a bandidagem companheira. E assim surgiu uma dinastia de mandelas carnavalescos, que terá seu apogeu com a prisão de Lula.

Quando a Justiça deixar de fricote e puser o filho do Brasil na cadeia, se sucederá o espetáculo mais folclórico já visto na pátria do folclore. A Marquês de Sapucaí parecerá um corredor de escritório em dia de feriado perto do que se verá no país. Nada de revolta, insurreição ou multidões em polvorosa – porque o brasileiro é distraído, mas nem tanto. Vida normal. O que explodirá é o carnaval da lenda – um tsunami abstrato, simbólico, covarde, que já mobiliza um batalhão de defensores da ética de butique.

Nesse conto de fadas altamente lucrativo para um pedação do Brasil (cada vez maior), Lula será o Mandela brasileiro – e poderá até ser esquecido na prisão, porque na realidade ninguém está nem aí para ele. As obras completas da ladroagem do messias foram esfregadas na cara do país, e a relação da população com a alma mais honesta virou uma espécie de síndrome do Papai Noel: há os que querem acreditar, os que fingem acreditar e os que querem que os outros acreditem. Lenda é lenda.

E assim como o bom velhinho natalino, a lenda do ex-­operário que enfrentou as elites movimenta um mercado gigantesco – no caso, de altruísmo contrabandeado e bondade de aluguel. É como um conto de Natal pornô: vai tudo muito bem, até que você é obrigado a tirar as crianças da sala quando o herói da pobreza fica milionário com o dinheiro do povo. Aumenta o som do “Jingle bell” (também serve algum hino canastrão da MPB) e segue o baile, que se fantasiar de progressista revolucionário está dando um vidão para muita gente. Viva o Lula. Dane-se o Lula.

A planilha da propina na Odebrecht revelou uma série de desembolsos para as reformas do sítio que não é do Lula, totalizando R$ 700 mil em menos de duas semanas – por uma coincidência atroz, exatamente as duas últimas do governo Lula. Sergio Moro já sabe das contas de propina abertas na Espanha pela Engevix para Lula e Dirceu. E por aí vai. Ou foi. São só duas novidades de uma epopeia caudalosa (o maior assalto governamental já perpetrado na história da democracia), mais do que suficiente para prender o grande líder por várias encarnações. Mas Luiz Inácio está soltinho da Silva – graças à lenda.

Ele, Dilma workalcoolic e grande elenco bandoleiro. Janot, que protegeu a gangue se fingindo de justiceiro, conspirou com o laranja bilionário do PT às sombras do STF e nem investigado é. Assim como o padre pedófilo, valeu-se da autoridade de guardião da virtude para montar a operação mais obscura envolvendo a Presidência da República desde a ruptura institucional dos militares. Um procurador blindado até hoje por essa mesma lenda progressista que lhe permitiu agir ao arrepio das instituições (leiam suas denúncias no original), exatamente como faziam as autoridades nos anos de chumbo.

E aí você dá de cara com a notícia de um aeroporto-fantasma em Moçambique, construído pela Odebrecht com dinheiro do BNDES – enfim, o mesmo DNA, a mesma tecnologia, o mesmo know-how de rapinagem que o governo do PT, apenas o governo do PT, como nunca antes do governo do PT alguém ousou fazer. Porque ninguém jamais teve a ditadura da lenda, a mágica de ser governo e coitado ao mesmo tempo. Um habeas corpus vitalício.

Essa praga de transformar qualquer disparate na internet em escândalo hediondo contra os direitos humanos e as minorias S.A. – uma histeria fashion que não ajuda em nada as causas verdadeiras – é a disputa por esse legado hipócrita. Lula irá em cana fingindo ler os ensinamentos do companheiro Mandela, e os mandelas de carnaval continuarão à solta cafetinando a boa-fé.
A não ser que a plateia passe a vaiar o teatrinho. E mostre ao Cabral que nem um Maracanã repleto de diamantes é tão fraudulento quanto brincar de apartheid.


 

CUBA SOB NOVA DIREÇÃO?

Percival Puggina – 

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Percival Puggina


 Certamente não passava pela cabeça de Angel Castro, ao mudar-se para Cuba, a ideia de que seus dois rebentos transformariam a ilha toda numa espécie de empresa familiar na qual ambos viriam a mandar e onze milhões de cubanos obedeceriam.

 Há muito salta aos olhos de qualquer observador intelectualmente honesto que a situação de Cuba enveredou por desastrosa picada sem fim previsível. Mesmo assim, o meio acadêmico brasileiro e expressiva parcela da intelectualidade nacional não poupam louvores a Fidel, ao ideário que ele encarnou e desossou, e aos ícones do fatigante “socialismo o muerte!”, que os cubanos retificam para “socialismo y muerte”. De seu caráter sanguinário dão prova as vítimas do paredón e as sepultadas vivas nas masmorras do regime.

 Os malabarismos retóricos a que recorrem seus seguidores brasileiros, treinados para dar nó em pingo d’água quando se trata de defender o comunismo, já começam a exigir platéia com atestado de morte cerebral. Os vários debates de que participei ao longo dos últimos 30 anos forneceram eloquentes exemplos disso.

“Cuba é uma referência de autonomia”, insistem. Cuba? Autonomia? Desrespeitam a autonomia própria e a dos outros! Sob Fidel, esse país viveu trinta anos na mais servil submissão à URSS. Foram três décadas de tenebrosas concessões. Ao longo delas, os jovens cubanos eram alugados como bucha de canhão para as intervenções comunistas na autonomia de Angola, Moçambique, Congo, Nigéria, Bolívia, Nicarágua, El Salvador e onde quer que a URSS precisasse de alguém para o serviço sujo das guerrilhas. “Cuba é uma democracia, sim, mas diferente da nossa”, proclamam, referindo-se a um regime sem liberdade de imprensa e de opinião, que há 60 anos só tem um partido, onde o líder máximo, quando enfermo, transferiu o poder para o maninho, onde criticar o governo faz mal à saúde, e onde ainda hoje, a placa – “Sob nova direção” – oculta o fato de que, por trás dos bastidores e das câmaras ainda é Raúl quem apita o jogo.

O próprio Díaz-Canel encarregou-se de deixar bem claro, ao assumir, que Raúl lideraria “as decisões de maior transcendência para o presente e o futuro do país”. No início de junho, o novo presidente anunciou que seu antecessor comandaria, também, uma reforma constitucional que – surpresa! – não implicaria mudanças no modelo político e teria como pilares “a irrevogabilidade do sistema socialista, a união nacional e o papel do Partido (Comunista) como vanguarda organizada e força dirigente superior da sociedade e do Estado”.

Quando alguém, desmontando as farsas dos argumentos, põe os pingos nos “is” da história e desenrola o filme dos fatos, eles, inevitavelmente, entre resmungos, começam a falar mal do Trump.


* Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site http://www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o Totalitarismo; Cuba, a Tragédia da Utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil, integrante do grupo Pensar+.

BRASIL, UMA NAU À DERIVA

Marcelo Aiquel, no Blog do Políbio Braga

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Marcelo Aiquel

        Como advogado, não deveria criticar abertamente a Suprema Corte, mas, o que tem sido decidido por parte de alguns membros do STF me impulsiona a escrever tal artigo.

         As “aberrações” jurídicas patrocinadas por certos ministros beira as raias do absurdo.

         Impossível que um “mestre” do direito (como, aliás, se exige sejam os ministros da Suprema Corte, donos de notório saber jurídico) cometa tais erros crassos, injustificadamente.

          Porém, não se tem nenhuma rasa certeza de que estes magistrados tenham se enganado.

         Desde os bancos da universidade, aprendemos (os advogados) que as decisões do STF são soberanas.

         Mas, parece que para alguns dos “mestres do direito” esta lição foi esquecida. Injustificadamente!

         Ao “atropelarem” recente interpretação do colegiado da Suprema Corte, estes ministros simplesmente “passaram o carro” por sobre o entendimento da maioria, ignorando-a solenemente.

         E, coincidentemente, em favor de um político “aliado”.

         Terá sido uma resposta direta aos colegas que pensam diferente?

         Num mesmo barco, comandantes que “dirigem” no sentido oposto, o fazem perder-se no rumo.

         Ficar à deriva.

         Como o Brasil está! Sem comando e sem lei…

ROQUE SPONHOLZ

Freud explica…


 

CONVERSA ENTRE RUSSO E BRASILEIRO

Enviado por Lu Cavalieri


*Russo* – Como eu amo a liberdade 

*Brasileiro* – É. Não há nada pior que a ditadura. 

*Russo* – Mmmm ? Vocês também tiveram ditadura no Brasil ?

*Brasileiro* – Ô ! E como tivemos ! Os militares deram um golpe e tomaram o poder.

*Russo* – Mas como ? Fuzilaram o congresso todo ?

*Brasileiro* – Não exatamente. Foi o próprio congresso que instituiu.

*Russo* – Mas você não disse que foi um golpe?

*Brasileiro* – Sim.

*Russo* – Não entendi. Mas enfim …. Quantos morreram pelo menos?

*Brasileiro* – 357 pessoas !!!!

*Russo* – É … Para um dia só é bastante.

*Brasileiro* – Não, 357 no total.

*Russo* – No total do que ?

*Brasileiro* – Da ditadura ! 

*Russo* – Peraí, mas foi só uma coisa de uns dias e depois acabou ? 

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TROCO UMA CENTENA DE CORRUPTOS

Percival Puggina – 

puggina

Percival Puggina


Faríamos bom negócio se trocássemos cem corruptos por um STF novo. Com um Supremo formado por juristas de alto nível, juízes de verdade, conscientes de seus deveres e responsabilidades, ficaríamos livre desse flagelo que mantém a nação em sobressalto. E os corruptos acertariam suas contas com a sociedade porque é isso que acontece quando as instituições funcionam.

Não estou sendo sarcástico. É incalculável o montante dos prejuízos que esse STF vem causando à política, à moral do povo, à credibilidade das instituições, à segurança jurídica e à estabilidade necessária ao funcionamento regular da economia.

Não há adjetivo polido para a conduta do ministro Dias Toffoli na sessão de ontem (26/06) da Segunda Turma do STF. A finalidade da sessão era abrir as portas da liberdade a um grupo de condenados da Lava Jato com culpa confirmada pelo TRF-4. No lote, para disfarçar, o ex-chefe José Dirceu. A ideia do trio Toffoli, Lewandowski e Gilmar era romper o entendimento colegiado da corte sobre a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

Sabem todos os ministros, sabem os advogados dos presos, sabem os condenados, sabe o Brasil que prisão após o trânsito em julgado de sentença condenatória é sinônimo de liberdade eterna para quem roubou muito. E um tanto mais breve para quem roubou pouco. É uma liberdade alugada com dinheiro das vítimas. É, também, outro nome que se pode atribuir à impunidade, benefício mais importante para o criminoso do que o produto de sua atividade.

Na imagem e possibilidade mais remota e positiva, o STF é um conjunto de 11 pessoas que, segundo maiorias instáveis e seus bestuntos individuais, impõem ao país o convívio com o intolerável. Na imagem mais provável, a coisa fica muito pior. Só para lembrar: em 10 de março de 2015, o ministro que coordenou a operação no dia de ontem enviou ofício ao colega Lewandowski, que presidia o STF, manifestando interesse em ser transferido da Primeira para a Segunda Turma da Corte, ocupando a vaga aberta pela morte de Teori Zavaski. Com essa mudança, o grupo que, por mera coincidência, tinha a seu encargo os processos da Lava Jato ganhava a atual configuração.

Para quem não sabe, ou já esqueceu, quando José Dirceu era chefe da Casa Civil da Presidência da República, Dias Toffoli foi seu subchefe da área de Assuntos Jurídicos. Em junho de 2005, acusado por Roberto Jefferson de ser o mentor do mensalão, Dirceu foi obrigado a demitir-se do cargo, sendo substituído por Dilma Rousseff, a quem Toffoli, imediatamente, solicitou a própria demissão. O fato confirma a estreita ligação entre os dois. Quem disse que gratidão é sempre uma virtude?

Não é de hoje que o STF vem cuidando bem da criminalidade de jatinho. Em fevereiro de 2014, esse Supremo, com voto decisivo do recém-nomeado e gratíssimo ministro Roberto Barroso, decidiu que não houve formação de quadrilha no mensalão. Ela não só houve como jamais interrompeu suas atividades e agora tem tratamento VIP nesse STF que não nega os fatos, mas soluça com os condenados falando em “sanha punitivista”.


* Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site http://www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o Totalitarismo; Cuba, a Tragédia da Utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil, integrante do grupo Pensar+.