ROQUE SPONHOLZ IN CONCERT

Começando com três antigas, mas sempre oportunas

__chargeantiga053

__chargeantiga055

__chargeantiga072

não tá fácil…00rs0629ars

data vênia…00rs0629brs

 

Anúncios

ELEIÇÕES NO MÉXICO, 2018

Almir M Quites

Almir Quites
Almir Quites

Fonte: https://almirquites.blogspot.com/2018/06/eleicoes-no-mexico-2018.html

Amanhã, domingo (01/07/2018), haverá eleições no México.

Você verá, na TV, que os mexicanos não adotam o voto eletrônico. Eles usam voto de papel e apuração manual. As urnas são caixas de papelão reforçado e plástico transparente (foto acima). Em apenas 4 horas após o encerramento da votação, a apuração (escrutínio) estará completa, mas, como a apuração é transparente (é fiscalizada), os mexicanos têm o direito de contestar os resultados e impugnar urnas. Este direito faz com que muitas urnas tenham que ser recontadas.

Não pensem que o México seja um país atrasado! Não é! É igual ao Brasil, inclusive quanto ao alto nível de corrupção na política. O México é um país da América do Norte com uma área quatro vezes menor que a do Brasil e com metade da população. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH = 0,76) é igual ao do Brasil.

No México, apuração eleitoral é feita no local da votação, após o fechamento das urnas, por escrutinadores credenciados. Os cidadãos que desejarem podem solicitar o registro IFE, de observador eleitoral. Da mesma forma, os partidos políticos podem credenciar fiscais nos conselhos distritais correspondentes. Estes podem impetrar recurso eleitoral (impugnação do resultados das urnas). A presença do cidadão e dos fiscais partidários é incentivada como muito importante para assegurar a conferência do processo eleitoral.

Os recursos eleitorais são julgados por juízes. Na eleição de amanhã, são 145 mil urnas. Na última eleição, cerca da metade das urnas precisou ser recontada por conta da fiscalização com seu direito de impugnação. Por esta nobre razão, espera-se que o resultado oficial demorará alguns dias para ser anunciado. Afinal, a confiabilidade do resultado do pleito é muito mais importante que o tempo de apuração.

Aqui, no Brasil, os cidadãos perderam o direito de fiscalizar a apuração eleitoral. Por isto, não há impugnação de resultado de urnas. Nem há urna, nem voto. O que chamamos de urna eleitoral é um computador. O que chamamos de voto é algo imaginário para o eleitor e virtual para os programadores do computador. Não há votos lá dentro que possam ser recontados para conferência.

A nossa apuração eleitoral é secreta, feita por meio de softwares secretos. Softwares são comandos humanos escritos em linguagem de máquina. Ninguém sabe quem faz os softwares de apuração eleitoral. A junta apuradora das eleições brasileiras é formada pelas pessoas desconhecidas que têm os códigos de acesso aos softwares. Ninguém pode saber se a apuração é honesta, se os softwares são honestos. Por isso, a urna eletrônica brasileira é inconstitucional, não respeita o princípio da transparência do ato público. Esta inconstitucionalidade flagrante não é reconhecida pelos irmãos siameses TSE & STF.

DIAGNÓSTICO CÍVICO

Almir M. Quites

Almir Quites
Almir Quites

Brasileiros, esqueçam o futebol e o NEYMAR! O STF também é um time do Brasil com 11 integrantes, mas que só faz gol contra! Eles deveriam julgar e punir os políticos criminosos para proteger o nosso país, mas fazem o contrário, protegem os bandidos e colocam em risco nossas vidas. Isto tem que acabar!

Quem criou a fraude eleitoral pelas urnas eletrônicas foi o TSE, irmão siamês  do STF e o mais poderoso órgão da República, porque legisla e julga inapelavelmente a todos,inclusive os três poderes da República, nos três níveis federativos e até julga qualquer demanda judicial contra si mesmo. Uma Corte Constitucional deveria ser absolutamente independente do Poder Judiciário. É por causa desta exorbitância que não há possibilidade de se auditar ou periciar qualquer destes dois citados órgãos, especialmente nada que diga respeito à apuração eleitoral.

Vejam como reagem os ministros do STF quando se menciona este assunto! Vejam se isto pode ser um tribunal isento!

Advogado deixa ministros do STF muito inquietos ao mostrar as falhas da urna eletrônica.

Vídeo: https://youtu.be/brfm4G1DGHQ

É por isso que eu não voto!

Não voto, porque sei que todo o processo eleitoral é uma grande fraude. Logo, votar ou não votar não altera o resultado. Se votasse, seria partícipe da fraude! Teria que aceitar o resultado. Passaria atestado de idiotia. Faria um “papelão”! NÃO  VOTO! Faço o PROTESTO DO JOÃOZINHO.

Faça como eu. Se você sabe que as eleições são farsas, não vote! Ajude a mostrar ao povo que votar significa aceitar um processo fraudulento que há décadas engana e desrespeita todo o povo brasileiro.

O que fazer então? Proteste! Conheça aqui o

MANUAL DO PROTESTO DO JOÃOZINHO

(http://almirquites.blogspot.com/2018/05/manual-do-protesto-do-joaozinho-versao.html)

EU, ROBÔ. ELE, ROBÔ.

COLUNA CARLOS BRICKMANN – 01/07/2018

BRICKMANN 2
Carlos Brickman

Aconteça o que acontecer no Supremo Tribunal Federal – o que inclui aquelas surpresas jurídicas com que já nos acostumamos – o ex-presidente Lula não deve ser candidato à Presidência: é barrado pela Lei da Ficha Limpa. Mas faz questão de manter a ficção de pé e sustentar a candidatura até que seja formalmente impugnada pelos tribunais. Neste momento entra em cena o Plano B, aquele que Lula e seus principais seguidores garantem que não existe: ele sai de cena e tenta transferir seus votos para um poste. O robô (já escolhido) fará o papel de clone de Lula: eu sou ele, ele sou eu.

 

O robô, diz Veja on-line (https://veja.abril.com.br/blog/radar/), coluna Radar, é Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, derrotado no primeiro turno por João Doria quando tentou a reeleição. No horário de TV, Lula e Haddad se apresentarão, deixando claro que um é candidato-robô, só para cobrir a vaga do inelegível. Lula diz: “Eu, Lula, sou Haddad”. E Haddad, no melhor estilo dos antigos filmes de Tarzan (“Me Tarzan, you Jane”), responde: “Eu, Haddad, sou Lula”.

 

Haddad não é Lula, Lula não é Haddad (nem ele tem por si próprio tanta veneração quanto a que Haddad lhe dedica). Mas não faz mal: supõe-se que Haddad não faça com Lula o que Dilma fez, ao disputar a reeleição sem ceder a vaga para ele. E Haddad, um político menos afoito, não terá a ousadia de liderar o PT. Mesmo se fosse eleito, seria um robô de Lula.

 

Os bens da família

 

Afinal, a quanto monta o patrimônio da família de Lula? Aqui estão os números oficiais, expostos pelos advogados da família no inventário de Marisa Letícia, esposa do ex-presidente. No inventário não consta o apartamento triplex, que Lula sempre negou lhe pertencer; nem o sítio de Atibaia, que segundo o ex-presidente pertence a amigos que o convidam permanentemente para ali se hospedar e se comportar como se fosse dele. Os bens imóveis, de acordo com a lei, são avaliados pelo valor venal, que raramente coincide com o valor de mercado.

 

É muito, é pouco? Veja a íntegra do documento com o arrolamento dos bens a dividir, elaborado pelo escritório Teixeira, Martins Advogados, em http://www.chumbogordo.com.br/19556-rol-dos-bens-da-familia-lula-da-silva/.

 

Ao fazer as contas, não esqueça que um presidente pode acumular mais bens do que alguém com o mesmo salário, pois suas despesas correm por conta do exercício do cargo. Sem raiva, sem ódio: faça sua análise.

 

Sem Tesouro, sem partido

 

O cientista político Jairo Marconi Nicolau, professor da Universidade Federal do Rio, calcula que os atuais 35 partidos políticos brasileiros se transformem em uns 20, isso já no ano que vem. Motivo: para ter acesso ao Fundo Partidário (a caverna do Tesouro que explica por que há tantos partidos no país), a legenda terá de alcançar 1,5% dos votos para deputado federal.

 

Esta campanha é curta; apesar de tantos políticos desmoralizados por escândalos de corrupção, muitos vão se reeleger porque são veteranos e seu nome é lembrado. O provável aumento de abstenções, brancos e nulos dificultará a tarefa de quem não é conhecido. E qual o interesse de muitos donos de partidos em mantê-los sem ter o Abre-te Sésamo da riqueza?

 

O papel da elite

 

Não, Zeina Latif não faz parte de grupos para quem a culpa de tudo é “da zelite”. É uma das mais respeitadas economistas da nova geração. E, exatamente por ser rigorosa em métodos e pesquisas, deve ser lida com atenção. Em excelente estudo publicado pela Análise XP, da XP Investimentos, Zeina Latif questiona a elite brasileira, mostrando as oportunidades que perdeu de liderar o país para o desenvolvimento. Não vale a pena resumir: o melhor é ler o texto (bem redigido, sem economês, do tamanho exato para informar e analisar. Pode ser lido rapidamente). Em http://www.chumbogordo.com.br/19540-o-papel-da-elite-por-zeina-latif/

 

Pegue menos, pague mais

 

Lembra-se daquela história sem pé nem cabeça, de que a cobrança pelas bagagens iria baratear as passagens aéreas? Pois é: baratear não barateou, não. As passagens até subiram – e, além delas, o passageiro tem de pagar também a passagem de sua mala. Nesta semana, a Gol aumentou em até 67% o preço para enviar a primeira mala (eram R$ 30, foram para R$ 50). Isso caso o passageiro opte pelo sistema mais barato, de reservar o envio pela Internet. Se levar a mala para despacho no embarque, o preço foi de R$ 60 para R$ 100. A propósito, as passagens subiram mais 7,9%.

 

É bom mas não pode

 

Um assíduo leitor desta coluna sugere que se economize, modernizando a administração: cada região metropolitana teria administração única, sem disputas internas; o número de prefeitos, secretários, vereadores, assessores cairia drasticamente.

 

Mas, com menos cargos, como os partidos viveriam?


COMENTE:

carlos@brickmann.com.br
Twitter: @CarlosBrickmann
www.brickmann.com.br
www.chumbogordo.com.br

MODESTO CARVALHOSA, CIDADÃO DE RESPEITO

Palavras de um dos maiores advogados do Brasil: